Metadata-Version: 2.4
Name: nsj_rest_lib
Version: 6.0.1
Summary: Biblioteca para construção de APIs Rest Python, de acordo com o guidelines interno, e com paradigma declarativo.
Home-page: https://github.com/Nasajon/nsj_rest_lib
Author: Nasajon Sistemas
Author-email: contact.dev@nasajon.com.br
Project-URL: Source, https://github.com/Nasajon/nsj_rest_lib
Classifier: Development Status :: 3 - Alpha
Classifier: Intended Audience :: Developers
Classifier: Topic :: Software Development :: Libraries
Classifier: Programming Language :: Python :: 3
Requires-Python: >=3.4
Description-Content-Type: text/markdown
Requires-Dist: Flask<3.0.0,>=2.0.3
Requires-Dist: SQLAlchemy<3.0.0,>=1.4.32
Requires-Dist: pg8000<2.0.0,>=1.24.1
Requires-Dist: nsj_gcf_utils<2.0.0,>=1.1.0
Requires-Dist: PyMySQL<2.0.0,>=1.0.2
Requires-Dist: py-healthcheck<2.0.0,>=1.10.1
Requires-Dist: unidecode<2.0.0,>=1.0.22
Requires-Dist: opentelemetry-exporter-otlp<2.0.0,>=1.32.1
Requires-Dist: pyyaml<7.0.0,>=6.0.3

# RestLib (nsj_rest_lib)

## QuickStart

Biblioteca para construção de APIs Rest Python, de acordo com o guidelines interno, e com paradigma declarativo.

Em resumo, com o RestLib, é possível construir APIs Rest completas para CRUD de entidades (GET, POST, PUT e DELETE), bastando escrever arquivos declarativos de DTO, Entity e das rotas em si, sem implementar a lógica de negócio ou acesso a banco de dados.

No entanto, diferentemente de frameworks web complexos, o RestLib é apenas uma biblioteca que pode ser usada em conjunto, ou até mesmo como coadjuvante, de uma implementação completamente manual, não "dominando" o ciclo de vida das requisições WEB (e sendo dependente do Flask enquanto framework HTTP).

### Para que mais uma biblioteca no estilo framework web?

Os padrões de desenvolvimento da Nasajon contam com particularidades que são melhor atendidas por bilbiotecas próprias, sejam elas:

* APIs Enxutas
  * Retorno exclusivo dos campos de resumo.
  * Suporte ao parâmetro fields.
  * Paginação obrigatória.
  * Recuperação de dados (do banco) somente sob demanda.
* APIs Multi Tenant
  * Particinamento de dados por tenant (e/ou grupo empresarial)
* APIs Multi Banco
  * A mesma API pode ser conectar a qualquer BD do ambiente web, de acordo com o tenant recebido.
* Suporte ao padrão de isolamento de dados do ERP Desktop (Conjuntos)
* Logs de auditoria e telemetria próprios
* Integração nativa com o motor de webhooks interno

Assim, para não exigir excesso de trabalho repetitivo na implementação das APIs internas, optou-se pelo desenvolvimento de uma biblioteca auxiliar própria.

A grande diferença, na filosofia de desenvolvimento, é que se prioriza um esforço para que a biblioteca possa ser usada como auxiliar de fluxos implementados na mão, assim como não impeça as customizações desejadas pelo programador (além de deixá-lo livre para misturar com outras soluções e bibliotecas).

### Passos básicos para desenvolver um CRUD completo usando o RestLib

1. Escrever a classe Entity, que reflita a entidade desejada (o formato deve ser plenamento correspondete À estrutura de banco desejada). [Exemplo](tests/cliente_dto.py).
2. Escrever a classe DTO, que reflita o formato desejado do JSON de entrada e saída (podem haver diferentes formatos em diferentes rotas). [Exemplo](tests/cliente_entity.py).
3. Escrever o módulo Controler, que será declarativo das rotas que se desejam expôr (o qual segue, em grande parte, o padrão do Flask). [Exemplo](tests/cliente_controller.py).

**Para facilitar ainda mais o trabalho, foi criado um [utilitário de linha de comando](https://github.com/Nasajon/arquitetura-cmd), que, por meio das APIs do ChatGPT, é capaz de escrever as classes de DTO e Entity, a partir do DDL da entidade desejada.**

## Índice de conteúdos (documentação geral)

* [Variáveis de ambiente](internal_docs/variaveis_ambiente.md)
* [Colaborando com o projeto](internal_docs/colaborando_projeto.md)
* Principais Recursos
  * [DTO](internal_docs/recursos/dto.md)
    * Fields (descritores de propriedades)
      * [DTOField](internal_docs/recursos/dto_field.md)
      * DTOListField (TODO)
      * [DTOSQLJoinField](internal_docs/recursos/dto_sql_join_field.md)
      * DTOLeftJoinField (TODO)
      * [Filters (filtros nos campos)](internal_docs/recursos/filters.md)
    * Filtros no DTO
      * fixed_filters (TODO)
      * [filter_aliases](internal_docs/recursos/filter_aliases.md)
    * Suporte a conjuntos (do ERP SQL) (TODO)
  * [Entity](internal_docs/recursos/entity.md) (TODO Atualizar)
  * [Controller](internal_docs/recursos/controller.md)
  * Menos usados
    * [DAO](internal_docs/recursos/dao.md)
* Outros Recursos
  * [Utilitário para Healthcheck](internal_docs/outros_recursos/healthcheck.md)
  * Integeração com o MultiDatabaseLib (TODO)
  * Validação de DTOs isolados (campos, tipos de dadose, etc) (TODO)
  * Uso manual do DAO (para queries manuais) (TODO)
  * Uso manual do Service (para consultas ou inserts manuais) (TODO)
  * Customizando comportamentos (TODO)
  * [Gravação de Telemetria (com o OpenTelemetry)](internal_docs/opentelemetry.md)

## Testes automatizados

Há dois conjuntos distintos de teste:

### Testes com BD e API
1. Precisa ser instalada por meio do arquivo requirements-dev.txt

```sh
pip install -r requirements-dev.txt
```

2. Consiste em testes mais completos, rodando de fato chamadas à APIs fake
3. Dependem de BD e API em execução (o comando abaixo também inicializa BD e API)

```sh
docker compose up test
```

4. Por fim, deburre o ambiente:
```sh
docker compose stop
docker compose rm
```

Observações:
* Estes testes estão totalmente paramentrizados para funcionar por dentro do docker (e não pela aplicação local).
* As configurações usadas nos testes consideram o arquivo `.env.dist`(e não o `.env`).
* A porta usada nos testes, depende do construtor da classe `TCaseUtil` (superclasse dos casos de teste).

### Testes somente código

1. Utiliza apenas o pytest
2. Equivalem ao que é popularmente chamado de testes unitários
3. Rodar sem dependências de processos em execução

```sh
make code_tests
```

Obsevações:
* Este tipo de teste faz mock de BD e etc

## Examplo de SubRotas

Tendo um DTO Filho:
```python
@DTO
class FilhoDTO(DTOBAse):
    id: uuid.UUID = DTOField()
    id_pai: uuid.UUID = DTOField()
```
E um DTO Pai:
```python
@DTO
class PaiDTO(DTOBAse):
    id: uuid.UUID = DTOField()
```
O Controller seria:
```python
@application.route('/pai/<id_pai>/filho/<id>', methods=['GET'])
@ListRoute(
    url='/pai/<id_pai>/filho/<id>',
    http_method='GET',
    dto_class=FilhoDTO,
    entity_class=FilhoEntity
)
def lista_filhos(_, response):
    return response
```

A parte da rota `<id_pai>` deve ser o nome do campo no FilhoDTO que faz FK com o PaiDTO,
ou seja, se a relação do FilhoDTO com o PaiDTO é feita pelo campo `pai` a rota ficaria:
`/pai/<pai>/filho/<id>`

*Observacao*: No momento a subrota apenas suporta o campo FK no FilhoDTO, e nao usando
o campos candidatos do PaiDTO.

Se no PaiDTO conter um `DTOListField` pro FilhoDTO
```python
@DTO
class PaiDTO(DTOBAse):
    id: uuid.UUID = DTOField()
    filhos: ty.List[FilhoDTO] = DTOListField(
        dto_type=FilhoDTO,
        entity_type=FilhoEntity,
        relation_key_field='id',
        related_entity_field='id_pai',
    )
```
No FilhoDTO o campo de relacionamento é desnecessário:
```python
@DTO
class FilhoDTO(DTOBAse):
    id: uuid.UUID = DTOField()
```
O campo de relacionamento será criado automaticamente, usando o nome passado no
atributo `related_entity_field`, nesse exemplo o campo de relacionamento teria o nome `id_pai`.

E em torno na rota ficaria: `/pai/<id_pai>/filho/<id>`

## Histórico de versões

### 6.0.1

- Implementação do suporte a Get by ID, List e Delete, todos por função de banco.
- Ajustes nas funções que já existiam (Post e Put)
    - Daqui vem o breaking change. Em resumo, o nome das funções, que antes era mapeado nos objetos de tipo das funções, por meio dos decorators "InsertFunctionType" e "UpdateFunctionType", agora passa a ser mapeado nos decorators das rotas PostRoute e PutRoute (e o mesmo padrão foi seguido no GetRoute, ListRoute e DeleteRoute).

### 5.3.0

- Possibilidade de mapear rotas de mais de um nível de profundidade, sendo que todos os IDs intermediários serão usados como filtros adicionais para as queries. Além disso, os relacionamentos do tipo DTOListField são uasdos para que o campo de relacionamento entre as entidades, possa ser usado como filtro na entidade detalhe (relacionamento Mestre X Detalhe), mesmo quando não explícitamente mapeado na classe detalhe.

### 5.2.0

- Capacidade de pegar campos de SQLJoin, mesmo que não declarados no Entity atual.

### 5.1.0

- Implementação do insert e update por meio de funções de banco (PL/PGSQL). Ver artefatos:
    - InsertFunctionType
    - UpdateFunctionType
    - E seus usos no DTO, PostRoute e PutRoute.

### 5.0.2

- Adição da propriedade "partition_data" ao DTOOneToOneField.

### 5.0.1

- Reoganização (retrocompatível) das classes ServiceBase e DAOBase (divindindo em classes especializadas, no estilo mixin).

### 5.0.0

- Simplificação na sintaxe do DTOOneToOneField, de modo que agora o mesmo já não recebe mais um DTOField como parâmetro, mas apenas parâmetros simples (semelhante aos demais descritores de propriedades).

### 4.17.2

- Ajuste para que as colunas tenant sejam ignoradas caso uma variável de ambiente, chamada "ENV_MULTIDB", seja igual a "true".
  - A ideia é permitir que um mesmo DTO seja usado para ambiente nuvem e desktop (multibanco).

### 4.17.1

- Ajuste para o DTOOneToOneField suportar o parâmetro `entity_field`.

### 4.17.0

- Gravação de classes com extensões parciais (POST, PUT e PATCH).
- Novo descriptor de propriedades DTOOneToOneField, para substituir o antigo DTOObjectField (permitindo tanto agregação quanto composição, e evitando necessidade de duplicar a propriedade de FK nos DTOs).

### 4.16.0

- Implementação de extensões parciais (de modo que um DTO e um Entity) "herdem" tudo de outra entidade, mas permita definir propriedades adicionais, que serão buscadas em outra tabela, por meio de JOIN. Essa alteração ainda não suporta escrita na tabela de extensão.

### 4.15.0

- Suporte a alteração dos campos resumo padrão na definição de relacionamentos, seja por DTOObject ou DTOListField.

### 4.14.0

- Possibilidade de marcar um campo do tipo SQLJoinFiel como partition-field.
- Possibilidade de marcar um campo como parte de uma rota de verificação de integridade.
- Ajustes diversos

### 4.13.0

- Suporte a retorno no custom_after_insert ou custom_after_update
  - Se o retorno for um dict
    - Se houver um DTO de retorno, ele tentará adicionar propriedades ao mesmo DTO.
    - Se não , ele retorna apenas o dict
  - Se não
    - Se houver um DTO de retorno, então o retorno do custom_after é ignorado.
    - Se não, o retorno do custom_after é retornado como recebido.
- Suporte a notificações de enfileiramento a partir do custom_after_insert ou custom_after_update
  - Se o retorno de um desses métodos for um objeto do tipo nsj_rest_lib.dto.queued_data_dto.QueuedDataDTO, a requisição de POST, PUT ou PATCH irá retornar um HTTP 202, com um location (de acordo com a URL escrita no objeto), para notificar como acompanhar o resultado do enfileiramento.

### 4.12.0

- Suporte a campos, DTOField, marcados com flag ```no_update```, a qual faz com que um campo possa ser gravado, mas nunca atualizado.
- Ajustes na funcionalidade DTOAggregator

### 4.11.0

- Suporte a filtro do tipo is null:

```python
    email: str = DTOField(
        filters=[
            DTOFieldFilter("email_vazio", FilterOperator.NULL),
        ],
    )
```


## TODO

